culinária

Nhoque de Batata Doce

junho 18, 2015

A batata doce tá em alta né? Então pra te ajudar com novas ideias de receitas, te apresento o nhoque de batata doce! É bem fácil de fazer e delicioso!!!

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Para essa receita eu usei 1 ovo, 1 batata doce grande, sal, pimenta, e farinha de trigo até dar o ponto de cortar….só isso! Amassei até ficar uma massa homogênea e soltando das mãos, deixei descansar enquanto fazia o molho. Moldei cobrinhas e fui cortando com a faca, tentando fazer tamanhos iguais, e fui colocando aos poucos numa panela com água fervente. Assim que o nhoque sobe é porque já está cozido, então disponha numa travessa.
Para o molho eu usei alho, cebola, azeite, extrato de tomate, tomate, água e manjericão, tudo isso à gosto até formar um molho grossinho para jogar em cima dos nhoques. Pode polvilhar queijo ralado e levar ao forno para gratinar, se quiser.
Rende 2 porções bem servidas.
Um beijo ;)
decoração/casa

Pôster com bossa

junho 12, 2015

Usar um ou vários pôsteres na decoração da casa é cada vez mais tendência. Usados para substituir os quadros em tela, eles podem dar cor e vida para paredes, estantes, prateleiras e ainda dizer muito sobre a personalidade e gostos da gente. Além de saíram mais em conta do que comprar quadros (tem vários na internet para baixar)!

Mas, depois de baixar o sei pôster é preciso pensar na moldura (ou como pendurá-lo) e isso nem sempre é barato. Daí que já existem diversas formas de pendurar o seu pôster, basta usar a criatividade!

posters

Com um pouco de criatividade, o pôster pode ficar ainda mais legal:

1. Fita adesiva: Pode colar direto na parede, pode usar colorida, estampada…), o visual fica super descolado!

2. Pranchetas: A boa e velha prancheta de escritório ganha uma nova utilidade e é super baratinho.

3. Cabide: Aquele cabide de saia e calça sabe? Pois é… o pôster fica uma graça numa composição com cabides.

gravidez e filhos

Relato do meu parto

junho 2, 2015

Enzo completou 1 mês na última semana e agora as coisas já estão mais ou menos estabilizadas, digo mais ou menos, porque a amamentação tem sido UM PROCESSO, mas deixo isso para um outro post. Prometi a vocês um relato do meu parto, então vamos lá!

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Como disse no último post, Enzo nasceu de parto natural. O que eu não disse que é que foi parto humanizado. Sim, minhas amigas. Eu achava o parto humanizado uma coisa tão lúdica, tão linda, se pudesse ser na água então eu ficaria mais feliz. Só de pensar em ter o meu bebê direto para os meus braços, passando por todas as etapas naturais, sem anestesia, sem interferência, me deixava emocionada. E realmente foi emocionante, mas isso não quer dizer que foi fácil.

Então, ia completar 40 semanas dia 26/04 (dia que Enzo nasceu), um domingo. Aí no sábado (dia 25) acordei e tinha um talho de sangue na calcinha. Era o chamado “tampão” do cólo do útero. Dizem que quando isso sai, é contar as horas para o bebê nascer. Eu não sentia nada, então fui deixar minhas coisas arrumadas, caso precisasse sair correndo para a maternidade. Arrumei tudo e fiquei esperando. Eu já estava instruída pela médica, sobre tudo que tinha que fazer, então só me restava aguardar. O dia passou e eu não senti absolutamente nada. Já meio frustrada por nada ter acontecido, fui me deitar para ver TV por volta das 21 hs. Mais ou menos umas 21:30 hs eu senti algo como uma cólica menstrual. Nada forte. Como não fazia ideia do que era uma contração, achei normal, mas fiquei esperando para ver se acontecia de novo. 1 hora depois senti de novo e já fiquei alerta. Pensei: “Se acontecer de novo é porque é contração” e fiquei contando o tempo. 40 minutos depois aconteceu de novo, só que um pouco mais forte, então tive certeza de que era contração! Estava instruída a ir para o hospital só quando as contrações estivessem de 15 em 15 minutos. Então arrumei tudo e contei o tempo. Após esta contração, tudo foi acontecendo mais rápido, elas passaram de 20 em 20, para 15 em 15 em menos de 1 hora. E a cada vez iam ficando mais fortes. Então fui para maternidade!

Cheguei na maternidade meia-noite e pouco, com contrações de 5 em 5 minutos e 2 cm de dilatação. A médica me examinou e disse que preferia me internar com 4 cm de dilatação, pois tem mulheres que passam até 2 dias com 2 cm dilatação e o bebê ainda não nasce. Fiquei em observação para ver como se seguiria na próxima hora. Até aí as contrações vinham de 5 em 5 minutos e a dor era aceitável. Pensei:” Se continuar assim está até tranquilo, consigo aguentar”. As duas da manhã, as contrações já estavam bem mais fortes e já não era tão aceitável assim. Mas, era suportável. Fui examinada e estava com 5 de dilatação, então seguimos com o processo de internação.

Cheguei à sala de parto às 3 da manhã e aí minha amiga, as contrações passaram para 2 em 2 minutos e já não era mais nada aceitável. Eu deveria ser examinada a cada hora para medir a dilatação, pois o nascimento só acontece com pelo menos 9 de dilatação. Ficamos só eu e meu marido na sala… esperando. Tinha toda uma aparelhagem para que eu utilizasse para aliviar a dor: bola, água, cadeira de massagem… Mas, eu não conseguia usar nada, a dor era tanta que eu só queria ficar abaixada, com meu marido massageando minhas costas. As dores foram aumentando MUITO e a enfermeira me instruiu a ir para água quente que aliviava. As 5 da manhã eu ainda estava com 6 de dilatação e já estava me batendo o desespero. Se eu pudesse voltar atrás e fazer uma cesárea naquele momento eu faria. Era uma dor insuportável e eu fiquei na água absurdamente quente até às 7 da manhã para ver se eu aguentava (sério a minha pele já estava queimando, mas eu preferia a queimadura doque aquela dor).  Nesta hora, já estava sentindo uma sensação estranha, como se meu corpo quisesse empurrar, quisesse fazer força toda vez que a dor vinha e era uma dor como se estivessem abrindo o meu quadril, rasgando mesmo. Fui examinada e estava com 9 de dilatação. Era hora dele nascer!

Então, às 7 da manhã comecei a empurrar. Me deixaram a vontade para escolher a posição e onde eu queria ter o bebê. E eu tentei de tudo: na água, de cócoras, deitada, sentada… Fiquei nesse processo de – “Já estou vendo o cabelinho”- por duas horas. E a melhor posição para mim foi deitada de lado. Empurrava, empurrava e nada. Eu estava exausta, mas neste momento já não sentia mais dor. Era como se meu corpo tivesse se anestesiado, só uma ardência e a vontade de empurrar. Finalmente, às 9:08 ele nasceu! E por incrível que pareça não senti nada quando o corpinho dele saiu. Toda a dor foi embora e foi, realmente, o momento mais emocionante da minha vida.

No fim tudo saiu bem, mas se você me perguntar se eu faria parto normal de novo, eu te respondo que não! Eu queria aquela experiência, mas agora não quero sentir aquela dor nunca mais na minha vida. Se tiver normal de novo, vai ser com anestesia. Pois o pior não é o bebê nascer, mas as contrações… minha amiga… são insuportáveis!

Enfim, é isso! Não quero aqui levantar bandeira de nada, nem desmerecer um parto ou outro. É só o meu relato e minha opinião. Agora é com vocês!!!

Bjokas

 

gravidez e filhos, jabás

Festa de 1 ano – Theo

maio 26, 2015

O tempo passou, janeiro ficou lá atrás e eu esqueci completamente de mostrar a festinha de 1 ano do Theo! rsrsrs

O tema foi Aquarela do Toquinho, bem colorido e lúdico. Essa música é muito especial pra mim, eu sempre AMEI ela desde criança. Quando engravidei, li em algum livro ou blog que o bebê se identificava com as músicas ouvidas ainda na barriga. Como ouvia muito ela no carro durante a gravidez, o Theo se identificou e realmente se acalmava muito quando tocava Aquarela. Era ele começar a ficar chororô, que eu colocava a música pra tocar no rádio e ele ia ficando tranquilão, chegava até a abrir um sorriso banguela! rsrs

Tudo foi idealizado por mim, com uns pitacos do pai, é lógico. Eu comecei a organizar, contratar serviços e fazer tudo da mesa uns 5 meses antes. A festa aconteceu no salão de festas do meu prédio, foi um pouco louco e corrido arrumar tudo no dia. Tive uma santa ajuda da minha mãe, marido e amiga Katita, além da irmã que ficou com o Theo, pra eu poder arrumar tudo tranquila.

Eu já tento trabalhar só com festas há um bom tempo, enquanto esse cargo não rola em full time, vou fazendo meus bicos. Na minha lojinha virtual “Carolices Festas” do Elo7, tem esses mimos e outros de tantos temas. Se tiver interesse em algum enfeite ou até mesma a idealização de uma festinha, me bate um fio! ;-)

As fotos estão variando entre as pessoais e as da fotógrafa da festa Liane Giesel – que indico de olhos fechados. Espero que curtam, eu fiquei mega emocionada e esse dia foi um dos especiais que marcam a vida.

mesa

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caixinha-acrilico-aquarela-aquarela latinha-aquarela-sol

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